Abdominal Reverso
Iniciante · Isolado · Bilateral
- Músculos primários
- Abdômen
- Equipamento
- Peso do corpo
- Padrão de movimento
- Flexão de tronco
Dicas de execução
- Enrola o cóccix em direção às costelas — o quadril sobe, as pernas só vão junto
- Joelho travado no mesmo ângulo; nada de chutar ou balançar as pernas
- Segura 1 segundo lá em cima, com o quadril fora do chão
- Desce em uns 2 segundos, desenrolando a coluna vértebra por vértebra
- Para a descida antes da lombar começar a arquear e já emenda a próxima
Erros comuns
- Balançar as pernas para ganhar embalo, transformando a repetição num balanço de flexor de quadril em vez de uma flexão de coluna controlada.
- Só trazer os joelhos ao peito sem o quadril sair do chão — o movimento fica na articulação do quadril e o abdômen quase não encurta.
- Deixar as pernas caírem rápido na descida e a lombar arquear e descolar do chão no final.
- Empurrar o chão com força usando mãos e braços para 'alavancar' o quadril, em vez de enrolar com o abdômen.
- Levar as pernas longe demais para frente na descida, aumentando a alavanca até a lombar não conseguir mais ficar apoiada.
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Continuar com GoogleComo executar
5 passos- Deite-se no chão com as pernas totalmente estendidas e os braços ao lado do tronco, com as palmas apoiadas no chão. Os braços devem permanecer imóveis durante todo o exercício.
- Eleve as pernas até que as coxas fiquem perpendiculares ao chão, com os pés juntos e paralelos ao solo. Essa é a posição inicial.
- Inspirando, leve as pernas em direção ao tronco enquanto gira a pelve para trás e eleva o quadril do chão. Ao final do movimento, os joelhos devem tocar o peito.
- Segure a contração por um segundo e retorne as pernas à posição inicial enquanto expira.
- Repita pelo número recomendado de repetições.
Preparação
Deite de barriga para cima num colchonete, braços ao lado do corpo com as palmas apoiadas no chão — ou segure num banco ou apoio atrás da cabeça se quiser mais estabilidade. Suba as pernas até quadril e joelhos ficarem dobrados a uns 90°, coxas na vertical e canelas paralelas ao chão, e mantenha esse ângulo de joelho fixo a série inteira. Antes da primeira repetição, contraia o abdômen e encoste levemente a lombar no chão: o exercício é a pelve enrolando em direção às costelas, não as pernas balançando.
Respiração
Solte o ar enquanto enrola a pelve para cima, em direção às costelas — expirar ajuda a puxar as costelas para baixo e aprofundar a flexão da coluna. Puxe o ar na descida lenta de volta à posição inicial, sem deixar a lombar arquear e sair do chão.
Amplitude de movimento
A amplitude vem da flexão da coluna lombar, não do quadril: comece com as coxas na vertical e a lombar levemente pressionada no chão, e enrole até o quadril e a lombar descolarem do chão e os joelhos passarem por cima do peito — não precisa rolar até a parte alta das costas ou o pescoço. Na volta, pare assim que o sacro encostar, antes da lombar arquear. Uma ressalva justa: é uma flexão repetida da coluna, e a literatura de biomecânica aponta um risco teórico com carga repetitiva alta, mas não um motivo para quem é saudável evitá-la de forma geral — é uma decisão individual de custo-benefício. Se exercícios de flexão pioram suas costas, exercícios anti-extensão como o inseto morto ou a prancha são substitutos sensatos, e dor persistente merece avaliação de um profissional.
Variações
1 regressão · 2 progressões · 3 alternativas
Progressões
Base científica
Por que este exercício · 2 fontes
O abdominal reverso treina o reto abdominal pela flexão da coluna feita 'de baixo para cima' — a pelve vai em direção às costelas, em vez das costelas irem em direção à pelve. Ele costuma ser vendido como exercício de 'abdômen inferior', mas o reto abdominal é um músculo longo que trabalha em toda a sua extensão tanto no abdominal comum quanto no reverso; as vantagens reais são práticas: não força o pescoço como muitos abdominais no chão, ensina o controle da retroversão da pelve e tem um caminho claro de progressão (descida mais lenta, banco declinado ou caneleira, depois elevação de pernas na barra), que é exatamente como os programas o evoluem.
To Crunch or Not to Crunch: An Evidence-Based Examination of Spinal Flexion Exercises, Their Potential Risks, and Their Applicability to Program Design
Contreras B, Schoenfeld B · Strength and Conditioning Journal · 2011
Nível DConsenso de especialistas
Revisão narrativa sobre flexão repetida da coluna (abdominais tipo crunch) que conclui que existe um risco teórico com carga repetitiva ao longo do tempo, mas que o treino de flexão não deve ser evitado de forma categórica — base para a ressalva individualizada sobre amplitude e para manter o exercício no programa.
Ver fonteCore Training: Evidence Translating to Better Performance and Injury Prevention
McGill S · Strength & Conditioning Journal · 2010
Nível DConsenso de especialistas
Revisão de um pesquisador de biomecânica da coluna que discute princípios de treino de core e discute estabilidade e rigidez do tronco e faz alertas sobre carga excessiva de flexão da coluna — base para a cautela com flexão repetida e para oferecer opções de estabilidade do tronco (inseto morto, prancha) a quem piora com flexão.
Ver fonte
Níveis de evidência
- A — Diretrizes / evidência sistemática forte
- B — Múltiplos estudos controlados
- C — Biomecânica ou evidência direta limitada
- D — Consenso de especialistas
A evidência descreve princípios de treino e biomecânica. Ela não implica que este exercício seja exclusivamente superior a toda alternativa.







