Elevação Glúteo-Femoral (GHR)
Intermediário · Composto · Bilateral
- Músculos primários
- Isquiotibiais
- Equipamento
- Máquina
- Músculos secundários
- PanturrilhasGlúteos
- Padrão de movimento
- Flexão de joelho
Dicas de execução
- Joelho, quadril e ombro numa linha reta — quadril sempre estendido
- Empurre a planta dos pés contra a plataforma e 'enrole' o corpo para cima com o posterior
- Desça devagar — algo como 3 a 5 segundos na descida
- Glúteo contraído a repetição inteira, para o quadril não dobrar
- Se não controla a repetição inteira, reduza a amplitude ou use assistência em vez de despencar
Erros comuns
- Dobrar o quadril (fazer 'canivete') para encurtar a alavanca, roubando no quadril e tirando a carga do posterior como flexor do joelho
- Despencar na excêntrica em um ou dois segundos, em vez de controlar a descida
- Ajustar a plataforma de forma que a patela fique prensada na almofada, o que incomoda e limita a flexão do joelho
- Hiperestender a lombar no topo, em vez de parar com o corpo ereto e alinhado
- Colocar carga extra antes de conseguir fazer repetições limpas só com o peso do corpo e descida controlada
Entre para favoritar e acompanhar seu progresso neste exercício.
Continuar com GoogleComo executar
3 passos- Comece ajustando o equipamento ao seu corpo. Apoie os pés contra a placa entre os roletes enquanto se deita de bruços. Os joelhos devem ficar logo atrás do apoio.
- Comece pela parte inferior do movimento. Mantenha as costas arqueadas ao iniciar o movimento flexionando os joelhos. Pressione os dedos dos pés contra a placa de apoio enquanto faz isso. Mantenha a parte superior do corpo reta e continue até ficar na posição ereta.
- Retorne à posição inicial, mantendo o controle durante a descida.
Preparação
Ajuste a plataforma dos pés para que a parte baixa das coxas fique sobre a almofada e os joelhos fiquem logo atrás dela, livres para dobrar sem ficarem prensados. Trave os tornozelos firmes entre os rolos, com a planta dos pés empurrando a plataforma. Comece embaixo, com tronco e coxas numa linha reta, paralelos ao chão, e contraia glúteos e abdômen para manter o quadril estendido — o movimento tem que sair da flexão dos joelhos, não de dobrar o quadril.
Respiração
Inspire e contraia o abdômen embaixo, e solte o ar de forma contínua enquanto se puxa para cima com o posterior. Puxe o ar de novo em cima e mantenha o abdômen firme durante a descida lenta — a excêntrica é a parte mais importante deste exercício, então não deixe a respiração nem o quadril 'desabarem' na descida.
Amplitude de movimento
A amplitude completa vai do corpo na horizontal (joelhos quase estendidos, posterior alongado) até a posição ereta, com os joelhos dobrados em mais ou menos 90°, sempre com o quadril estendido. Muita gente não consegue controlar a repetição completa só com o peso do corpo no começo, e isso é normal: como os programas orientam, ajuste a dificuldade limitando o quanto você desce, mudando a inclinação do corpo ou usando uma leve ajuda das mãos ou de um elástico, e evolua para a amplitude completa ao longo das semanas. Se der câimbra no posterior ou na panturrilha, encerre a série e trabalhe numa amplitude que você controle, em vez de insistir.
Variações
1 regressão · 2 progressões · 3 alternativas
Progressões
Base científica
Por que este exercício · 2 fontes
A elevação glúteo-femoral treina o posterior de coxa principalmente como flexor do joelho contra o peso do próprio corpo, com uma excêntrica exigente, mas controlável — é parente próxima da flexão nórdica, com uma almofada que permite ajustar a alavanca. Os programas a usam para força excêntrica de posterior, por isso ela aparece num programa para corredores: incluir a flexão nórdica em programas de prevenção reduz as lesões de posterior em atletas mais ou menos pela metade. Essa evidência é da nórdica especificamente, então trate o GHR como uma opção parecida e sensata, não como equivalente comprovado. Para hipertrofia do posterior, ele combina bem com a mesa flexora sentada e com exercícios de dobradiça de quadril, já que um estudo comparando a nórdica com uma flexora excêntrica feita com o quadril flexionado encontrou mais crescimento do posterior — sobretudo da cabeça longa do bíceps femoral — na opção com quadril flexionado.
Including the Nordic hamstring exercise in injury prevention programmes halves the rate of hamstring injuries: a systematic review and meta-analysis of 8459 athletes
van Dyk N, Behan FP, Whiteley R · British Journal of Sports Medicine · 2019
Nível ADiretrizes / evidência sistemática forte
Meta-análise com mais de 8 mil atletas mostrando que incluir a flexão nórdica em programas de prevenção reduz as lesões de posterior de coxa em cerca de metade. Usada aqui com cautela: o GHR é um exercício parecido (flexão de joelho excêntrica com o peso do corpo), mas a evidência direta é da nórdica.
Ver fonteHamstrings Hypertrophy Is Specific to the Training Exercise: Nordic Hamstring versus Lengthened State Eccentric Training
Maeo S, Balshaw TG, Nin DZ, Mc Dermott EJ, Osborne T, Cooper NB, Massey GJ, Kong PW, Pain MTG, Folland JP · Medicine & Science in Sports & Exercise · 2024
Nível BMúltiplos estudos controlados
Comparou a nórdica com uma flexora excêntrica feita com o quadril flexionado e encontrou mais hipertrofia do posterior (principalmente da cabeça longa do bíceps femoral) na segunda opção, base para combinar o GHR com a mesa flexora sentada e exercícios de quadril em vez de usá-lo como único exercício de posterior.
Ver fonte
Níveis de evidência
- A — Diretrizes / evidência sistemática forte
- B — Múltiplos estudos controlados
- C — Biomecânica ou evidência direta limitada
- D — Consenso de especialistas
A evidência descreve princípios de treino e biomecânica. Ela não implica que este exercício seja exclusivamente superior a toda alternativa.







