Crucifixo Inverso no Cabo
Iniciante · Isolado · Bilateral
- Músculos primários
- Ombros
- Equipamento
- Cabo (polia)
- Padrão de movimento
- Extensão de ombro / Abdução horizontal
Dicas de execução
- Abra em arco largo, como se desenhasse um meio círculo — o dorso das mãos lidera
- Pare quando os braços chegarem na linha do tronco
- Ombros baixos, longe das orelhas — sem encolher
- O ângulo do cotovelo não muda; não dobre o braço para virar remada
- Deixe os braços se cruzarem na volta para sentir o posterior alongar
Erros comuns
- Flexionar os cotovelos quando a série aperta, o que transforma o crucifixo numa remada e passa o trabalho para o dorsal e o meio das costas.
- Encolher os ombros em direção às orelhas, deixando o trapézio superior assumir o movimento.
- Forçar os braços muito atrás da linha do tronco espremendo as escápulas e arqueando a lombar, trocando trabalho do posterior de ombro por embalo e trapézio.
- Usar tanta carga que o tronco balança para frente e para trás para tirar o peso do lugar.
- Encurtar a volta e nunca cruzar as mãos, perdendo a parte alongada do movimento.
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Continuar com GoogleComo executar
4 passos- Ajuste as polias na altura adequada e selecione a carga. As polias devem ficar acima da cabeça.
- Segure a polia esquerda com a mão direita e a polia direita com a mão esquerda, cruzando os cabos à sua frente. Esta será a posição inicial.
- Inicie o movimento levando os braços para trás e para fora, mantendo-os estendidos durante a execução.
- Faça uma pausa no final do movimento antes de retornar as alças à posição inicial.
Preparação
Coloque as duas polias no alto — mais ou menos na altura da cabeça, acima dos ombros — tire as manoplas se preferir segurar direto na ponta do cabo e fique no centro entre as colunas. Cruze os cabos à sua frente — a mão esquerda segura o cabo da direita e a mão direita o da esquerda — e dê um passo para trás até sentir tensão com as mãos cruzadas entre a altura do peito e do ombro. Deixe os cotovelos levemente flexionados e mantenha esse ângulo travado a série inteira, fique com o tronco ereto e o abdômen firme, e baixe os ombros, longe das orelhas, antes da primeira repetição.
Respiração
Solte o ar enquanto abre os braços para os lados e para trás, e puxe o ar enquanto eles voltam e se cruzam à sua frente. Respire de forma fluida — é um exercício de isolamento com carga leve, não precisa prender o ar com força.
Amplitude de movimento
A amplitude de trabalho vai dos braços cruzados à frente do peito — mãos passando da linha média, posterior de ombro alongado — até os braços ficarem alinhados com o tronco, mais ou menos um 'T' visto de cima. Ir além disso tende a acrescentar mais retração das escápulas e trabalho de trapézio do que encurtamento extra do deltoide posterior, e é por isso que os programas limitam a repetição na linha do tronco. Cruzar os cabos é justamente o que torna essa versão útil: o posterior começa numa posição realmente alongada e sob tensão, uma parte da amplitude que a elevação curvada com halteres quase não carrega, porque ali o halter fica pendurado na vertical.
Variações
2 regressões · 3 alternativas
Regressões
Base científica
Por que este exercício · 1 fonte
O deltoide posterior recebe algum trabalho indireto nas remadas, mas a abdução horizontal com braços quase estendidos é a forma mais direta de carregá-lo, e em programas com muito supino e desenvolvimento ele costuma receber bem menos atenção direta que a parte da frente do ombro. A versão no cabo mantém a tensão ao longo de todo o arco e permite começar da posição cruzada e alongada; aqui o normal é carga leve com técnica rígida. Num estudo de EMG com homens treinados na máquina de crucifixo inverso, a pegada neutra (polegares para cima, palmas se olhando) gerou mais atividade de deltoide posterior e infraespinhal do que a pegada pronada — um bom padrão ao segurar a ponta dos cabos.
Effect of Hand Position on EMG Activity of the Posterior Shoulder Musculature During a Horizontal Abduction Exercise
Schoenfeld B, Sonmez RG, Kolber MJ, Contreras B, Harris R, Ozen S · Journal of Strength and Conditioning Research · 2013
Nível CBiomecânica ou evidência direta limitada
Em homens treinados, a pegada neutra na máquina de crucifixo inverso gerou mais atividade elétrica no deltoide posterior e no infraespinhal do que a pegada pronada — base para sugerir polegares para cima/palmas se olhando ao segurar os cabos; é um estudo agudo de EMG, não de hipertrofia.
Ver fonte
Níveis de evidência
- A — Diretrizes / evidência sistemática forte
- B — Múltiplos estudos controlados
- C — Biomecânica ou evidência direta limitada
- D — Consenso de especialistas
A evidência descreve princípios de treino e biomecânica. Ela não implica que este exercício seja exclusivamente superior a toda alternativa.






